sábado, 20 de junho de 2015

Meditações sobre Filosofia Primeira - René Descartes

Meditações sobre Filosofia Primeira (originalmente em latim, Meditationes de prima philosophia, in qua Dei existentia et animæ immortalitas demonstratur) é o nome de um livro publicado por René Descartes em 1641. 
Trata-se de um aprofundamento da filosofia elaborada nas Regras para a orientação do espírito (1627?) e no Discurso sobre o método (1637).

Meditações compõe-se de primariamente de seis meditações ou partes, nas quais Descartes tenta estabelecer o que podemos conhecer com segurança. Além das seis meditações há um conjunto de sete objeções e respostas.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Por que a vaca é sagrada na Índia ?

Nunca convide um indiano para um churrasco, principalmente se tiver carne de gado no cardápio. A gentileza pode se tornar uma ofensa já que, na Índia, a vaca é vista como um animal sagrado que, por isso, pode circular livremente nas ruas das principais cidades do país.

A santidade das vacas é um dos preceitos da religião hindu. Textos sagrados, como os Vedas, compilados por volta de 1500 a.C., associam o animal à fertilidade e a divindades como Krishna, que teria sido pastor. O hinduísmo sofreu ainda a influência de outra crença, o jainismo, que prega o vegetarianismo e a não-violência. Assim, associada à figura materna por fornecer leite, a vaca também virou objeto de devoção por suas qualidades simbólicas, como humildade e docilidade. Para ter uma ideia do status da ruminante, ela é considerada mais "pura" que a casta mais elevada da sociedade indiana: os brâmanes (sacerdotes). Não à toa, na maioria dos estados indianos o abate desse animal é proibido e, para desespero de muitos guardas de trânsito, ela pode circular com desenvoltura pelas ruas sem ser incomodada. Mas a adoração da mimosa não é uma unanimidade na Índia. Embora cerca de 80% da população seja hindu, há milhões de devotos de outras crenças, como cristãos e muçulmanos, que não cultuam a vaca. Seja como for, todo mundo respeita o animal por lá, e, até seus excrementos são usados em rituais!

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A reverência ao mamífero como um ser sagrado é explicada pela religião hinduísta, que estabelece a vaca como uma montaria ou veículo de um dos deuses mais populares do país, o Shiva, segundo o pesquisador do Departamento de Antropologia da Unicamp Cláudio Costa Pinheiro. Na crença hinduísta, muitos deuses têm animais como montarias, que acabam ganhando status de animal sacro. É o caso da vaca de Shiva, conhecida como Nandi, que estaria representada em cada vaca que habita a Índia. Além de carregar Shiva, o bovino, conforme o hinduísmo, teria o papel de controlar os impulsos do deus apontado pela religião como o ente responsável pela renovação.

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Um dos motivos é que, para os praticantes do hinduísmo, religião que predomina na Índia, a vaca é considerada um animal perfeito, pois existe desde a época do paraíso, chamado de Satyuga. Há várias lendas contando que Krishna, o príncipe da Satyuga, tinha uma vaca de estimação. Como ela é dócil, também se acredita que o animal seja uma expressão de espiritualidade. Segundo os hinduístas, a vaca representa o último estágio na escala das encarnações. O animal também tem uma grande importância social. Como 80% da população é vegetariana, o leite é muito importante na dieta e está na base da culinária dos hindus.

 

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Para os hindus a vaca é um animal sagrado, e em cada pelo deste animal exite um deus. Não so pelo lado religioso e cultural, mas pela importância na sobrevivência humana, é um animal que deve ser bem tratado de forma digna, mesmo que seja utilizado na alimentação (pela carne), como qualquer outro animal utilizado na alimentação por meio do abate.

Fonte:  http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-a-vaca-e-sagrada-na-india http://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/por-que-a-vaca-e-sagrada-na-india,5208d8aec67ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Leviatã (livro) - Thomas Hobbes

                                                                     Capa da edição original do Leviatã (1651).

Leviatã ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Eclesiástico e Civil, comumente chamado de Leviatã, é um livro escrito por Thomas Hobbes e publicado em 1651. Ele é intitulado em referência ao Leviatã bíblico. O livro diz respeito à estrutura da sociedade e do governo legítimo, e é considerado como um dos exemplos mais antigos e mais influentes da teoria do contrato social.1 O editor foi Andrew Crooke, parceiro da Andrew Crooke e William Cooke. Muitas vezes, é considerada uma das obras mais influentes já escritas do pensamento político.
No livro, que foi escrito durante a Guerra Civil Inglesa, Thomas Hobbes defende um contrato social e o governo de um soberano absoluto. Hobbes escreveu que o caos ou a guerra civil - situações identificadas como um estado de natureza e pelo famoso lema Bellum omnium contra omnes (eterna luta de todos contra todos) - só poderia ser evitado por um governo central forte.
Alguns acreditam que o monstro "Leviatã" pode ter sido um dos primeiros seres a habitar a Terra. Eram bestas terríveis que viviam basicamente no mar, e eram chamados de monstros da água ou dragões da água.


Leviatã (monstro)


Leviatã é uma criatura mitológica, geralmente de grandes proporções, bastante comum no imaginário dos navegantes europeus da Idade Média. Há referências, contudo, ao longo de toda a história, sendo um caso recente o do Monstro de Lago Ness.
No Antigo Testamento, a imagem do 'Leviatã é retratada pela primeira vez no Livro de Jó, capítulo 41. Sua descrição na referida passagem é breve. Foi considerado pela Igreja Católica durante a Idade Média, como o demônio representante do quinto pecado, a Inveja, também sendo tratado com um dos sete príncipes infernais. Uma nota explicativa revela uma primeira definição: "monstro que se representa sob a forma decrocodilo, segundo a mitologia fenícia" (Velho Testamento, 1957: 614). Não se deve perder de vista que nas diversas descrições no Antigo Testamento ele é caracterizado sob diferentes formas, uma vez que funde-se com outros animais. Formas como a de dragão marinho, serpente e polvo (semelhante ao Kraken) também são bastante comuns.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Cartografia - Introdução



HISTÓRICO

Mesmo considerando todos os avanços científicos e tecnológicos produzidos pelo
homem através dos tempos, é possível, nos dias de hoje, entender a condição de
perplexidade de nossos ancestrais, no começo dos dias, diante da complexidade do
mundo a sua volta. Podemos também intuir de que maneira surgiu no homem a
necessidade de conhecer o mundo que ele habitava.
O simples deslocamento de um ponto a outro na superfície de nosso planeta, já
justifica a necessidade de se visualizar de alguma forma as características físicas do
"mundo". É fácil imaginarmos alguns dos questionamentos que surgiram nas mentes de
nossos ancestrais, por exemplo: como orientar nossos deslocamentos? Qual a forma do
planeta? etc..
O conceito de Cartografia tem suas origens intimamente ligadas às inquietações
que sempre se manifestaram no ser humano, no tocante a conhecer o mundo que ele
habita.
O vocábulo CARTOGRAFIA, etmologicamente - descrição de cartas, foi
introduzido em 1839, pelo segundo Visconde de Santarém - Manoel Francisco de Barros
e Souza de Mesquita de Macedo Leitão, (1791 - 1856). A despeito de seu significado
etmológico, a sua concepção inicial continha a idéia do traçado de mapas. No primeiro
estágio da evolução o vocábulo passou a significar a arte do traçado de mapas, para em
seguida, conter a ciência, a técnica e a arte de representar a superfície terrestre.
Em 1949 a Organização das Nações Unidas já reconhecia a importância da
Cartografia através da seguinte assertiva, lavrada em Atas e Anais:
"CARTOGRAFIA - no sentido lato da palavra não é apenas uma das
ferramentas básicas do desenvolvimento econômico, mas é a primeira
ferramenta a ser usada antes que outras ferramentas possam ser postas em
trabalho."(1)

(1) ONU, Departament of Social Affair. MODERN CARTOGRAPHY - BASE MAPS FOR WORLDS NEEDS. Lake
Success.

O conceito da Cartografia, hoje aceito sem maiores contestações, foi estabelecido
em 1966 pela Associação Cartográfica Internacional (ACI), e posteriormente, ratificado
pela UNESCO, no mesmo ano: "A Cartografia apresenta-se como o conjunto de
estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que, tendo por base os
resultados de observações diretas ou da análise de documentação, se voltam para a
elaboração de mapas, cartas e outras formas de expressão ou representação de
objetos, elementos, fenômenos e ambientes físicos e sócio-econômicos, bem como a
sua utilização."
O processo cartográfico, partindo da coleta de dados, envolve estudo, análise,
composição e representação de observações, de fatos, fenômenos e dados pertinentes a
diversos campos científicos associados a superfície terrestre.

Fonte: IBGE http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/manual_nocoes/nocoes.pdf

terça-feira, 9 de junho de 2015

Caminho do Meio

Buda meditou quase até a morte e praticou o ascetismo extremo durante vários anos, mas depois de observar o caminho do meio ele abandonou as praticas extremas, e disse essas palavras aos seus 5 amigos ascetas que se tornaram seus primeiros discípulos.

"Não podes julgar minha iluminação com espírito acanhado. O sofrimento físico traz perturbação à mente. O conforto físico traz apego às paixões. Nem o ascetismo, nem o prazer permitem realizar o Caminho. É preciso abandonar esses dois extremos e seguir o caminho do meio. Este é o Óctuplo caminho. Aquele que praticá-lo alcançará a paz espiritual e se livrará dos tormentos do nascimento, da velhice e da morte. Eu pratiquei o Caminho do Meio e obtive a iluminação."

As palavras de Buda encheram os cinco de grande alegria. Vendo que eles já estavam preparados para a verdade, prosseguiu:
- Como sabeis, a vida é plena de sofrimento: sofrimento de nascer, de envelhecer, adoecer e morrer. Há ainda o sofrimento da separação dos entes queridos, o sofrimento de ser obrigado a permanecer ligado a algo que se detesta. Muitos outros há ainda. Enfim, todos os seres vivos estão sujeitos ao sofrimento.



Os cinco concordaram com a palavra de Buda, que prosseguiu:
- A fonte deste sofrimento é a idéia de existência de um "eu" substancial. Todos os seres que se deixam prender à idéia de um "eu" tornam-se sujeitos a tais sofrimentos. O desejo, a cólera e a ignorância são também causados pelo "eu". Estes três venenos são a origem de todos os sofrimentos. Se eliminarmos a idéia do "eu", o desejo, a cólera e a ignorância, os sofrimentos cessarão. Esta é a Nobre Verdade da Cessação do Sofrimento. Para se obter a cessação, é necessária a prática do óctuplo caminho. Esta é a Nobre Verdade do Caminho da Cessação do Sofrimento.

Após ouvir estas palavras, os cinco decidiram tornar-se discípulos de Buda. Mas Buda não pretendia formar nenhuma religião, nem ter seguidores adorando ele. Até porque ele pregava a libertação de todas as coisas. Ele mesmo dizia: "O verdadeiro culto não consiste em oferecer incenso, flores e outros objetos materiais, mas em esforçar-se para seguir o mesmo caminho daquele que se venera".

Mestre Buda - Sakyamuni Siddhartha Gautama Buddha





quarta-feira, 3 de junho de 2015

Princípios de Geologia - Charles Lyell

Princípios de Geologia ou Principles of Geology é um livro escrito por Charles Lyell. Nele existe uma tentativa para explicar as mudanças passadas na superfície da Terra, tendo em conta as causas em actuação actualmente.
A obra foi publicada em três volumes, de 1830 a 1833, e estabeleceu as credenciais de Lyel como geólogo teórico e popularizou a doutrina do uniformitarismo, primeiramente sugerida por James Hutton.
O argumento central da obra é o de que o presente é a chave para o passado: os registos geológicos do passado distante podem e devem ser explicados com referência a processos geológicos presentemente em operação e como tal directamente observáveis. A interpretação das mudanças geológicas por Lyell como acumulação constante de mínimas mudanças ao longo de um tempo extenso foi também um tema central na obra, sendo também uma grande influência no jovem Charles Darwin, que recebeu o volume 1 de Robert FitzRoy, capitão do HMS Beagle, pouco tempo antes da segunda viagem do HMS Beagle. Na primeira paragem na costa da Ilha de Santiago, Darwin encontrou formações rochosas que vistas sob a perspectiva de Lyell deram-lhe discernimento revolucionário sobre a história geológica da ilha, aplicado depois em todas as suas viagens. Na estadia na América do Sul, Darwin recebeu o volumo 2, que rejeitava a ideia de evolução orgânica, propondo centro de criação para explicar a diversidade e territórios das espécies. As ideias de Darwin rapidamente se moveram para além disto, mas em geologia ele era um discípulo de Lyell, tendo enviado para a origem, extensas evidências e teorizando dando suporte ao uniformitarismo de Lyell, incluindo ideias sobre a formação de atóis.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Mapa interativo

Mapa interativo viaja por 5 mil anos de história do mundo


Nunca foi tão descomplicado estudar história (e também geografia). O site GeaCron dá na sua mão os acontecimentos que rolaram desde 3000 a.C. até 2015. É fácil porque você visualiza o que acontece no mundo todo, no mesmo ano.



A ferramenta possibilita conferir, por exemplo, a formação das primeiras civilizações e acompanhar a expansão e a queda do Império Romano.

http://geacron.com/home-pt/?lang=pt-pt&sid=GeaCron753679